sábado, 5 de janeiro de 2013
Cafaj- ESTE!!
E ele não era um cafajeste, se era não era um bom profissional da área.
Ao que tudo indica ele deveria ter pedido mais, ter tido mais libido, menos pudor, mais desejo, mais objetividade.
Deveria ter pedido meu sexo, minha alma, minhas curvas.
Deveria ter pagado pra ver, ter se imposto mais, ter jogado até o fim.
Eu estava pronta pra isso. Pedidos diretos. Jogos Eróticos. Tapa na cara.
Volta e meia e eu duvidando, toda confusa e continuava afirmando, lamentando:" Ele deveria ser um cafajeste!"
E aonde faço a devolução/reclamação? Onde recupero os danos?
Ele jogou sujo comigo, propaganda enganosa é crime, oras. Eu sabia onde pisava, tava até dançando. E nada.
Será que estou enganada?
Cafajeste que se preze mantém a pose, não fica mole, permanece duro.
Ou será que cafajeste joga,trapaceia?
É, trapaceia.
Brinca assim, de ser legal, de ser intimo, de ter coração. Pode ser que ele seja profissional.
AMADORa talvez seja eu! ;)
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
"PERIGO, NÃO SE APROXIME!"
"PERIGO, NÃO SE APROXIME!"
Diz a placa pendurada na porta do meu coração.
Não sei se o perigo vem de fora ou vem de dentro, não sei de verdade qual o medo da aproximação.
Talvez seja porque, não gosto de receber visita quando está tudo bagunçado.
Pode ser também, porque não gosto que ninguém desarrume o que levei um tempo para organizar.
E em meio a tanta indefinição, lá se vão algumas hipóteses, que podem por se só achar uma resposta definitiva.
Dizem que quem avisa amigo é. E a placa está lá.
Vai ver é pegadinha, pra ver quem é curioso e entra, peita tudo, dúvida muito e se aproxima sem medo.
Vai ver é pura chantagem emocional de quem quer um colo, um abraço, um afago e diz com todas as letras que não precisa.
Mas ela está lá.
Diz a placa pendurada na porta do meu coração.
Não sei se o perigo vem de fora ou vem de dentro, não sei de verdade qual o medo da aproximação.
Talvez seja porque, não gosto de receber visita quando está tudo bagunçado.
Pode ser também, porque não gosto que ninguém desarrume o que levei um tempo para organizar.
E em meio a tanta indefinição, lá se vão algumas hipóteses, que podem por se só achar uma resposta definitiva.
Dizem que quem avisa amigo é. E a placa está lá.
Vai ver é pegadinha, pra ver quem é curioso e entra, peita tudo, dúvida muito e se aproxima sem medo.
Vai ver é pura chantagem emocional de quem quer um colo, um abraço, um afago e diz com todas as letras que não precisa.
Mas ela está lá.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Extremamente
Quem vive de extremos, acaba vivendo de perdas, acaba vivendo de generalizações, acaba vivendo pela metade. Nem muito e nem tão pouco. Quem chegou aos extremos um dia vai saber, que nem muito e nem tão pouco. O que conforta mesmo é viver no equilíbrio.
Quem amou muito, de força exagerada, beirou a doença da obsessão sabe o que perdeu, sabe o que realmente não viveu. Quem nunca amou, que se privou disso o tempo inteiro, também sabe o que perdeu e vai saber realmente o que deixou de viver. Já quem amou, simplesmente amou, sem se importar com o que vinha, com o que ia, quem soube moderar a dose, quem soube tatear os sentimentos e se doar, encontrou ali o equilíbrio.
É bem verdade que o extremo cega, bloqueia. Essa história de 8 ou 80 a gente perde ai 72 números que podem ser interessantes, que podem somar, dividir, multiplicar ou subtrair. Quem vive de extremos também fica surdo, fica mudo, perde o passo, tropeça muito.
Mas também é bem verdade que temos que passar por eles, temos que extremar as coisas, experimentar os pólos, para que assim possamos filtrar o que nos apetece e pisar firme na corda bamba, sem cambalear, ir em frente encontrando o equilíbrio.
Afinal até os extremos têm seu lado positivo, seria exagerado demais anular isso, seria pensar de forma extrema!
Fico por aqui.
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